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:: Plano Real = estelionato eleitoral … pufff

20 out

Não gosto de escrever sobre política, mas essa tem de ficar registrada. Olha só essa frase do Lula: “… esse plano econômico é um estelionato eleitoral…”

Para tudo, e hoje o PT e o Lula se vangloriam do crescimento econômico brasileiro, ué, essa guinada do nosso país não começou com o plano real???

Sei lá, talvez seja eu que não entenda nada de economia… Explica aí Dilma! Explica aí Lula! Por favor.

:: Intocáveis e invencíveis

25 set

Por NELSON MOTTA*

https://rodrigovf.wordpress.com

25 de setembro de 2009

Não tenho mais nenhuma ilusão de um dia ver algum desses criminosos travestidos de parlamentares atrás das grades e devolvendo o que nos roubou. Eles são muitos, e invencíveis. Sob fogo cruzado de denúncias, juntam-se para se defender, como fizeram PT e PMDB no Senado, embora digam sempre que é pela instituição, a mesma que eles aviltam e apequenam com seus atos.

O dinheiro roubado de nossos impostos, teoricamente, pode até ser recuperado, mas o crime de desmoralizar uma instituição não tem preço.

O que nos resta? Confiar na Justiça? Na Polícia? No ladrão ? Com Sarney e Renan comandando o Senado e espantados com a descoberta das 181 diretorias? A maior parte foi criada pelos dois. O resto, por Jader Barbalho, ACM e Lobão. E pior. Foram criadas por resoluções da Mesa e ninguém reclamou. E mesmo se reclamasse não adiantaria nada. Tudo dentro da Lei, na liturgia do cargo.

Seria um exagero comparar as disputas pelo poder no Congresso com as guerras de quadrilhas pelos pontos de venda de drogas nas favelas cariocas? Só porque uns vendem crack e cocaína e outros, privilégios e ilegalidades? Guerra é guerra, vale tudo na disputa pelos pontos de poder. Se um tiroteio é de balas, o outro é de números e nomes; mas sempre sobram balas perdidas.

Mas, quando o cerco aperta, os dois bandos acertam um armistício: o verdadeiro inimigo é a Policia. Ou, no caso do Senado, a opinião pública. Porque eles não temem a polícia. Nem a justiça.
Eles só tem medo de perder eleição.

Diante do pacto de não agressão entre os dois bandos, resta-nos confiar nos ódios, nas invejas e nos ressentimentos das legiões de apadrinhados que estão perdendo a boca e se vingando de seus traidores. Que muitas falas perdidas encontrem seus alvos.

Diante da certeza de que eles vencerão, que jamais pagarão por seus crimes, que continuarão ricos e corruptos, e até mesmo respeitáveis, resta-nos ridicularizar suas figuras toscas, seus figurinos grotescos, seus cabelos tingidos, suas caras botocadas. Para que suas esposas e amantes leiam, e seus filhos se envergonhem deles no colégio. Como nós nos envergonhamos todo dia.

* Nelson Cândido Motta Filho é um jornalista, compositor, escritor, roteirista, produtor musical e letrista brasileiro.

:: Siga o mestre

31 maio

A situação está complicada!

O capitão do nosso barco é uma piada suja.

Daquelas que você não sabe se chora ou se ri!

Olha só essa performance do tigrão-mor do Brasil:

E agora, veja algumas performances dos que elegeram o tigre-mor:

E que venha a tigresa Dilma…

:: Políticos e esportes: nada é de graça…

21 maio

Por COSME RÍMOLI

http://blogdocosmerimoli.blog.uol.com.br/

13 de maio de 2009

Por que Lula recebeu Ronaldo?

Por que Serra fez questão de ligar para Marcos?

Por que Fernando Henrique recebeu a Seleção Brasileira pentacampeã?

Por que Paulo Maluf deu carros para os jogadores tricampeões do mundo?

chavez_e_fidel

Todas as visitas com direito a fotos e filmagem, evidentemente. Os políticos até gostam de futebol. Porém, cada vez mais buscam lucros em vitórias alheias. O lucro está em popularidade, simpatia.

Votos.

Com a crise mundial tolhendo os investimentos das grandes empresas, ficar bem com os governantes virou obrigação para os dirigentes.

Nada é por acaso.

Há interesse em cada click digital. Em cada camisa autografada dada. É com essa proximidade com o poder que encoraja o dirigente a pedir a liberação de um terreno para a construção de uma arena. Terreno que está embargado. Ou então o apoio com dívidas em impostos que a falida Timemania não está resolvendo.

Nada é de graça.

Muito menos um sociólogo que detestava futebol receber uma delegação. E ainda, constrangido, assistir um jogador transloucado dar cambalhotas na rampa do Palácio do Planalto.

Ou ainda um prefeito resolver dar automóveis a campeões do mundo. Tanta gratidão era uma grande desculpa para buscar popularidade para ser presidente da República. Mas veio o castigo. Não só não teve sequer chance real de brigar pelo cargo como teve de pagar do próprio bolso os tais carros…

Ninguém vai treinar cabeçada com Ronaldo para jornalista ver. Há sempre algo por trás em fotografias de políticos com jogadores e dirigentes…